Sobre o blog

Blog que retrata sobre os mais diversos
assuntos de Psicologia e suas abordagens.
Acadêmicos: Alessandra Schindler,
Giane Assmann, Luciane Pillar e Mateus
Kratz.






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sábado, 28 de novembro de 2015

Alienação parental

Por Giane Assmann


 

Síndrome da Alienação Parental

Nos dias atuais é praticamente normal nos esbarrar em casais se separando, e a síndrome da alienação parental ( cunhado por Richard A. Gardner, nos anos 80, se referindo a um distúrbio que a criança cria com a separação dos pais, e acaba por repudiar um dos pais sem nenhuma justificativa aparente ), acaba como consequência dessa separação.


Nesses casos um dos pais acaba por estimular a criança a odiar um de seus genitores, geralmente isso ocorre na época das brigas informais ou judicias da separação que são levados por motivos de raiva pelo “abandono” do parceiro e com isso consequentemente tenta com formas e estratégias diferentes convencer o filho de que o outro não presta, com o objetivo de destruir seus vínculos afetivos com o outro genitor.


No Brasil cerca de 95 a 98 %da guarda de filhos de menor é destinado a figura materna, então geralmente esse ‘alienador” é a mãe . A Lei 12,318/2010 considera-se:

Art. 2º- Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.


Ou seja, é considerado alienação parental qualquer tipo de desqualificação de conduta que se faça em relação ao outro cônjuge com o intuito de dificultar o relacionamento familiar, de autoridade, e de confiança deste com a criança, como também é proibido omitir desse genitor informações sobre a criança, ( processos escolares, mudança de endereço, informações sobre a saúde ) qualquer ato que tenha como intuito dificultar esse relacionamento tanto com o genitor e com seus familiares.


Identificar essa Síndrome de Alienação Parental, não é tão fácil, visto que ela afeta cada sujeito de forma diferente, para isso será necessário uma abordagem terapêutica para a criança e para seus genitores. A criança alienada apresenta sentimentos de ódio ou raiva constantemente contra o seu genitor podendo até apresentar esses mesmos sintomas contra a família do mesmo, com recusas em visitas, não querendo entrar em contato com eles e muito menos lhes dedicar atenção, com medo de que lhes farão algum tipo de mal, isso ocorre porque essa criança adotou uma postura submissa para com o que cônjuge alienador determina, ou seja ela fica receosa de perder o amor dessa única pessoa que “gosta e cuida” dela, ou até por medo de receber um castigo por conta disso.


Essas crianças vítimas da Síndrome de Alienação Parental apresentam quadros de depressão crônica, transtorno de identidade e de imagem, sentimento de culpa, incapacidade de adaptação em ambientes psicossocial normal, sentimento de isolamento, comportamento hostil, dupla personalidade e as vezes suicídio.


Seria insensato não falar das marcas hostis que a alienação parental deixa no filho (a), marcas essas cheias de ódio, insegurança e tristezas, principalmente em crianças e adolescentes, quando esses são totalmente indefesos no meio de brigas e disputas de guarda de seus pais.


A Criança precisará nessa fase conturbada de acompanhamento psicológico, porém caberá ao poder judiciário, que por sua vez precisará de um olhar mais sensível para assim identificar a melhor forma de resolver a briga por essa guarda de forma que prese sempre pela tranquilidade e segurança da criança ou adolescente.

Referências

MEDEIROS, Antônio G. A. Pimentel de. Síndrome da alienação parental e saúde mental da criança: causas e seus efeitos. Disponível em: <https://psicologado.com/atuacao/psicologia-juridica/sindrome-da-alienacao-parental-e-saude-mental-da-crianca-causas-e-seus-efeitos > Acesso em 28/11/2015.


PRADO, Adriana Ribeiro. Lei 12.318/10 - uma análise da lei da alienação parental. Disponível em: <
http://adrianaribeiroprado.jusbrasil.com.br/artigos/185391957/lei-12318-10-uma-analise-da-lei-da-alienacao-parental> Acesso em: 28/11/2015.


TOSTA, Marlina Cunha. Síndrome de alienação parental: a criança, a família e a lei. Disponível em: <
http://www3.pucrs.br/pucrs/files/uni/poa/direito/graduacao/tcc/tcc2/trabalhos2013_1/marlina_tosta.pdf > Acesso em: 28/11/2015.

A importância do pai no desenvolvimento infantil em famílias heterossexuais

Por Alessandra Schindler

 
 
 
 
 
 
  A importância do pai no desenvolvimento infantil em famílias heterossexuais


Paternidade, segundo o dicionário Aurélio, significa “qualidade ou condição de pai”. Essa sensação de “ser pai” começa no momento em que se escuta: “estou grávida”, “deu positivo” e então o mundo parece ficar em câmera lenta, uma parte sua fica em estado de euforia, muitas vezes a voz não sai (claro que depende de cada caso). Quando o bebê nasce então, o choro lembra um sorriso e ao mesmo tempo o sorriso é o choro, parece que a “ficha demora para cair” de tantas emoções, sentimentos e pensamentos que são tomados nesta hora. É claro que essas sensações variam de pessoa para pessoa, da situação em que se encontram, do seu contexto em geral.


Segundo o Instituto Promundo, 80% dos homens no mundo serão pais biológicos[1]. De acordo com o relatório do Instituto, “Situação da Paternidade no Mundo”, a participação masculina resulta em maior equidade de gênero e na possibilidade de as mulheres participarem mais do mercado de trabalho. O que remonta para a “condição” de ser pai e todo seu contexto histórico dentro da sociedade. A condição de ser pai está relacionada as transformações culturais, sociais e evolutivas da época. Mas até que ponto a presença e contato afetivo do pai interfere no desenvolvimento infantil?


Hoje em dia sabe-se que a interação e vínculo entre o pai e o (a) filho (a), tem um papel importante no desenvolvimento cognitivo e social, que ajuda na aprendizagem e nas relações interpessoais da criança. A relação estabelecida entre os pais e os filhos é fundamental para a vida adulta e as possíveis relações sociais. A ausência do pai pode, muitas vezes, acarretar um sentimento de rejeição por parte da criança e, na fase adulta, pode levar a casos de agressividade e violência.


O pai desempenha um papel complexo e, na maioria das vezes, multidimensionais que influenciam nos padrões de comportamento de forma indireta. É uma função social que se adapta às transformações da cultura. Os homens estão assumindo uma nova identidade devido as transições sociais e isto afeta diretamente nos cuidados dos filhos (Cabrera, Tames-LeMonda, Bradley, Hofferth & Lamb, 2000; Coley, 2001; Bertolini, 2002; Brandth & Kvande, 2002; Dantas, Jablonski & Féres-Carneiro, 2004; Tiedje, 2004).


Infelizmente, existem poucas pesquisas e/ou literaturas relacionadas a relação pai-filho, o foco geralmente é a mãe. Através das fontes coletadas, podemos concluir que a presença do pai em uma família estruturada como tal, ou seja, onde os pais não são divorciados, onde não são homoafetivos[2] e quando não existem outros cuidadores, é de fundamental importância para o desenvolvimento da criança.


Para finalizar, segue abaixo um documentário intitulado “O Começo da Vida”, ele ainda não foi divulgado mas existem alguns trailers disponíveis. Este que estamos disponibilizando no blog fala sobre a parte dos Pais.





Notas

[1] http://promundo.org.br/recursos/a-situacao-da-paternidade-no-mundo-2015/


[2] Em relação aos casos citados acima, abordaremos sobre os assuntos em outras postagens.




Referência



CANES, Michèlle. Participação do pai na criação dos filhos melhora desenvolvimento infantil. Disponível em: <
http://www.ebc.com.br/noticias/2015/07/importancia-do-pai-na-criacao-dos-filhos-e-destacada-em-seminario-na-camara> Fonte Agência Brasil.


BENCZIK, Edyleine B. Peroni. A importância da figura paterna para o desenvolvimento infantil. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v28n85/07.pdf>. Rev. Psicopedagogia, 2011; 28 (85): 67-75.


Fundação Maria Ceciclia Souto Vidigal. Pela primeira infância. Disponível em: <
https://www.youtube.com/user/FMCSV>.


CIA, Fabiana, WILLIAMS, Cavalcanti A. AIELLO, Ana L. Rossito. Influências paternas no desenvolvimento infantil: revisão da literatura. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pee/v9n2/v9n2a05.pdf.>. Psicologia Escolar e Educacional, 2005, volume 9 nº 2, pag. 225-233.

Parentalidade: condições, responsabilidades e desenvolvimento

Por Giane Assmann



                                




                Parentalidade: condições, responsabilidades e desenvolvimento




Segundo a Onu/Unicef a responsabilidade de prover as condições básicas de sobrevivência do recém-nascido é de responsabilidade de seus progenitores ou cuidadores primários, para que assim a criança tenha assegurado seu desenvolvimento psicológico, físico e social. Então através dessa abordagem da Convenção dos Direitos da Criança poderemos entrar no conceito de parentalidade, ou seja, um conjunto de cuidados no sentido de assegurar o desenvolvimento e sobrevivência do bebê e que este seja em ambiente seguro e que seu cuidador proporcione a criança uma socialização para que esta venha a se tornar mais autônoma.

Não podemos em hipótese alguma esquecer que o contexto que definirá se a parentalidade é de fato suficiente, será o âmbito em que ela está socialmente construída, visto que disso depende as crenças culturais e as impressões subjetivas relacionadas ao contexto, pois a parentalidade difere de cultura para cultura em especial a interdependência e dependência. Bronfenbrenner e de Belsky indicam que existe 11 dimensões de parentalidade, subdivididas em 3 atividades parentais que seriam conforme quadro abaixo.

 
                        



Atividades parentais são a conglomeração de atividades indispensáveis para que ocorra uma parentalidade suficientemente adequada, (cuidados físicos, emocionais e sociais, controle e disciplina, desenvolvimento). Seu objetivo é assegurar que a criança não sofra com as adversidades bem como auxiliar em situações positivas que irão acontecer no decorrer de sua existência. Quanto ao nível físico os pais deverão lhes garantir alimentação, higiene, proteção etc., já no nível emocional, entra em questão as atitudes de respeito pela criança como indivíduo, como suas emoções integram seu comportamento.


Podemos entender a parentalidade como uma interação positiva e sólida entre a criança e o ambiente (físico e interpessoal), proporcionando um laço seguro e previsível e dando uma orientação otimista em relação a novas experiências. A qualidade de vinculação (segura, insegura ou desorganizada) é de suma importância no desenvolvimento da criança, bem como a relação afetiva (carinhosa ou rejeitante).


Quanto aos cuidados sociais, a sua intenção é a de garantir que a criança não seja isolada dos seus pares ou adultos no curso do seu desenvolvimento. Estas seriam as operações que os pais deveriam efetuar com os seus filhos desde o nascimento, incluindo o estímulo parental para o cumprimento de determinadas atividades pela criança, bem como supervisionar esses desempenhos para assegurar que os seus comportamentos estejam “dentro de limites razoáveis”.


No termo controle e disciplina, a imposição de limites dependerá das expectativas culturais e pessoais dos próprios pais, por exemplo se ir a escola é uma atividade “inegociável”, e brincar na rua por tempo indeterminado é “negociável”, pode ser porque eles passaram isso na infância, mas esse assunto sempre gerou “ variações de opinião”, pois cada um dos pais carrega uma “bagagem emocional”, com relação ao que deve ou não ser negociado.


Mesmo entre os teóricos não existe um consenso em relação aos níveis e tipos de limites próprios para uma criança. As Atividades de Desenvolvimento são acompanhada pelos desejos dos pais de que a criança desenvolva todo o seu potencial em todas as áreas de sua vida. Áreas funcionais estão relacionadas aos principais aspectos do funcionamento da criança, (saúde física, saúde mental, comportamento social, funcionamento educativo e intelectual).


Nessa área se envolverão elementos que se ligam com o desenvolvimento da criança e precisam da atenção parental, ex. o estado físico da criança, o seu bem-estar, as suas necessidades de sobrevivência. Aqui a parentalidade é essencial para a prevenção de danos e para proporcionar a criança um crescimento positivo. Quanto ao comportamento social infantil, os pais devem facilitar esse crescimento com respostas apropriadas para o reconhecimento e a aprendizagem das normas culturais e comportamentais, da sociedade em que vivem.


Quanto aos elementos relacionados a saúde mental eles são constituídos por pensamentos, sentimentos e comportamentos que a criança manifesta em relação a si própria e aos outros. Aqui poderá ser observado depressão ou problemas de comportamento, quando essas ocasionam um impacto importante das práticas educativas dos pais/cuidadores na resiliência da criança. E pré-requisitos, relativo ao conjunto de peculiaridades importantes para o desenvolvimento da parentalidade (conhecimentos e compreensão, recursos, motivação, oportunidades).


Os pré-requisitos de conhecimento e compreensão estão, de certa forma, interligados com a motivação, pois o conhecimento, por si só, poderá ser ineficaz se não for traduzido em ação. Essa motivação também pode ter seu lado positivo ou negativo, depende muito das questões de identidade ligada aos progenitores. Quanto aos recursos refere-se as abordagens interativas que os pais terão com as crianças, programas parentais informais, redes sociais, recursos materiais, ou seja, como eles preferirão interagir. Em relação a oportunidade inclui-se o tempo em que os pais irão dedicar para o desenvolvimento dessa parentalidade, a onde se destaca o envolvimento profissional de ambos que poderá acarretar menos tempo para com o filho.


Essas são as diferentes condições que envolvem ou que deveriam envolver um processo de parentalidade saudável, é possível observar a complexidade englobada neste processo. Pois é humanamente impossível uma criança desenvolver-se sozinha, são os pais que conduzem o seu meio de crescimento e desenvolvimento.




Referência



Fundamentos da família como promotora do desenvolvimento infantil: parentalidade em foco/ organizadores Gabriela Aratang Pluciennik, Márcia Cristina Lazzari, Marina Fragata Chicaro. -- 1. ed. -- São Paulo: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal - FMCSV, 2015. Vários autores Bibliografia ISBN 978-85-61897-16-1

Ausência paterna no desenvolvimento infantil

Por Giane Assmann

 
 


               Ausência paterna no desenvolvimento infantil e suas consequências



Nos dias atuais e devido as grandes modificações da estrutura familiar, visto que a principal teoria de desenvolvimento tem sua base na família tradicional, esse assunto acabe se tornando muito complexo, tentaremos através desse breve fichamento examinar qual é o impacto que isso causa no desenvolvimento psicológico, intelectual e comportamental de uma criança.


Freud, em seu trabalho Uma Lembrança da Infância e Leonardo da Vinci, diz: “ Na maioria dos seres humanos, tanto hoje como nos tempos primitivos, a necessidade de se apoiar numa autoridade de qualquer espécie é tão imperativa que seu mundo desmorona se essa autoridade é ameaçada”. Segundo Fishman, de 56 milhões de famílias norte americanas, apenas 16,3% são famílias convencionais. E o número de crianças que vive em uma família com somente um dos genitores é de 20 a 50% do número total de famílias, e estas normalmente são chefiadas por mulheres divorciadas ou separadas.


Ferrari, em seus estudos muito contribuiu para esse assunto, pois afirma a existência de uma necessidade inata de filiação materna e paterna dos seres humanos, relata o autor ainda “que os filhos têm a necessidade de saber porque o pai não convive com eles, mas precisa ouvir isso da boca do próprio pai “ e não da interpretação da mãe ou de parentes. Aborda também a delicadeza de pais substitutos, pois esses podem também se afastarem deixando a criança outra vez com a sensação de abandono, como se fosse ele o culpado outra vez, aumentando sua sensação de orfandade.


Essas situações se tornam mais delicadas quando a mãe possui relacionamentos rápidos e instáveis. Relata ainda o autor que se precisa levar em conta a hesitação da criança em aceitar ou não esse pai substituto, pois essa busca da mãe pode soar como traição ,o que ocasionará na criança cada vez mais o desejo de conhecer seu genitor, pois a mesma sentira um vazio que é formado por ela não se sentir amada pelo genitor ausente. Ela acaba se sentindo desvalorizadas, podendo ter pensamentos do tipo: “ criança má, motivo da separação dos pais, etc “, e isso poderá acarretar reações como violência, melancolia, agressividade, depressão, tristeza e timidez. Ou seja, a criança pode se retrair, se fechar em si, ou se tornar vingativa com condutas antissociais.


Segundo Ferrari, “ os fracassos escolares, problemas de relacionamento e aprendizagem, na maioria dos casos tem como base as situações familiares. Como também pode ocorrer o inverso, com medo do abandono da mãe e para agradar aquela que sempre esteve ao seu lado, a criança poderá se tornar um ótimo aluno, uma pessoa de ótima convivência. Segundo o autor a importância da convivência na presença de ambos os pais é que permitirá a criança passar de forma natural os processos de diferenciação e identificação, pois a falta de um dos genitores acarretará uma sobre carga no outro ocasionando uma insegurança que poderá ocasionar um prejuízo na personalidade do filho. Relembra também que em alguns casos essa mãe poderá se apresentar para a criança, como uma supermãe e que poderá com isso anular a presença e personalidade da criança. Considera o autor que com a entrada na escola e com isso o surgimento de outros objetos de interesse, a criança poderá começar a competir e até se identificar, mas acredita que nem sempre essas compensações ocorridas mais tardes irão compensar a situação já internalizada na criança.


Após uma revisão da literatura a respeito do tema, será apresentado o resumo de um caso clínico em que essa questão e suas consequências permeiam a vida do paciente e, consequentemente, seu tratamento psicoterápico. Através desses três autores, conseguimos perceber que a ausência de um dos genitores, o que geralmente ocorre é a ausência paterna, é um grande potencial de produção de conflitos no desenvolvimento psicológico, cognitivo e de comportamento para a criança. Pesquisas científicas e teorias psicológicas comprovam que a figura paterna e de fundamental importância para o desenvolvimento e o psiquismo infantil, e a teoria psicanalítica relata que o pai possui papel estruturante na trama familiar, partindo da criação do complexo de édipo, ou seja o sujeito se constrói e sai do estado de natureza para adentrar na cultura.


Referência


EIZIRIK, Mariana; BERGMANN, David Simon. Ausência paterna e sua repercussão no desenvolvimento da criança e do adolescente: um relato de caso. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082004000300010> Rev. Psiquiatr. Rio Gd. Sul vol.26 no.3 Porto Alegre Sept./Dec. 2004.